O autor propõe-se a homenager Opô Afonjá escrevendo sobre Xangô, o orixá patrono da casa. Como a própria vida desse orixá, tão cheia de idas e vindas, o autor compõe um mosaico em que fala de antigos povos africanos em seus tempos míticos, dos gostos de Xangô, suas roupas, suas comidas, suas danças e suas festas.