Numa linguagem descontraída e ao mesmo tempo recheada de saborosas expressões populares e jogos de palavras (amigo da onça, onça não é bicho que se cheire), esta obra revive o tradicional embate força x esperteza encarnado nas figuras populares do jabuti e da onça, desta vez de uma maneira bastante original. Enquanto incursiona pelo folclore, o autor traz à tona reflexões sobre o relacionamento entre o homem e a natureza e o papel da tecnologia no mundo. As provocações entre as duas turmas daquela 5ª série só poderiam ser resolvidas numa disputa final, pra valer, em que ficaria provado qual era melhor, de uma vez por todas. Mas uma das turmas é da pesada e resolve roubar a prova de Matemática, à noite. Para atrapalhar os planos, só mesmo o fundador da escola. Mas ele já estava morto...