Eleonora, a protagonista, está solteira, mora num quarto e sala bancado por seus pais
e não tem muita ideia do que fazer com a tela em branco que parece ser sua vida. Seu
mundo é extremamente conectado, embora ela tenha uma crescente noção de que
cada pessoa é, mais do que nunca, uma ilha. Enquanto tenta arrumar um amor, uma
vocação, um grupo de amigos, o sucesso nas redes sociais e algum sentido para sua
existência, Eleonora diverte o leitor com as confusões do seu dia a dia e suas observa-
ções ácidas e sagazes sobre o mundo que a cerca. Impossível não se identificar.