Como o título indica, neste novo volume da série a narrativa volta ao passado para enfocar a infância do "bichinho", ambientando-se na casa de seu dono. Vale lembrar que, como o primeiro livro mostrava, o autor Gilles Bachelet é um sujeito distraído. Tanto que acabou adotando um elefantinho como bicho de estimação, pensando se tratar de um gato. O espaçoso e espalhafatoso elefante, que de bobo não tem nada, tratou de aproveitar a "oportunidade", esbaldando-se como pôde. Na história de Quando meu gato era pequeno, acompanhamos a dificuldade do elefantinho em adaptar seu tamanho extra large às limitações espaciais do lar: seus modos "pesados" acabam desfigurando a decoração e a organização do ambiente, deixando os objetos da casa em perigo permanente e ele próprio em maus lençóis, como quando desaba dentro da banheira cheia d'água.