Esta obra defende a utilidade da inveja, segundo o autor, uma atitude aceitável, ao contrário da corrente de pensamento vigente. O autor aponta Caim - o primeiro invejoso da Bíblia - como, na verdade, o primeiro personagem bíblico a dizer não, o primeiro questionador, um iconoclasta. O livro ainda trata do moralismo e de falhas na sociedade expostas já no Gênesis, como a soberba e a baixeza familiar, argumentando contra a figura social do 'bom-moço', fruto do moralismo e da máscara social.