Esta é uma etnografia de largo fôlego sobre organização social e parentesco na Polinésia que, publicada pela primeira vez em 1936, na Inglaterra, logo se tornou peça chave no debate teórico da antropologia social britânica, ampliando o campo de referências para os estudos sobre os povos então considerados "primitivos". No caso, vários conjuntos de habitantes de uma ilha longínqua do Pacífico. O neozelandês Raymond Firth, nascido em 1901, preparou um livro de sabor clássico, indispensável para quem deseje familiarizar-se com o estudo e a literatura antropológicos.