"Matinta, O Bruxo", é fruto do acasalamento de duas das mais belas canções da música popular brasileira, "Sagarana" e "Matita-perê", esta última em parceria com Tom Jobim. Por meio de João, a personagem que nestas páginas nos arrasta junto de si em sua fuga, Paulo César Pinheiro pinta um quadro intenso e expressivo, tanto da paisagem natural como da realidade social a envolver a rusticidade da vida do sertanejo. Se muitas vezes não há quem olhe por eles, aqui há Matinta, o pássaro bruxo cujo canto místico oferece amparo e orientação até o fim.