Neste livro, Armando Vallado propõe discutir questões de poder e conflito nos terreiros de candomblé. Para ele, ser do candomblé significa despertar amor e também muito ódio, e a competição entre seus membros se desenrola dentro e fora dos muros do terreiro. Sem autoridade central, o povo de santo se apoia na lei do santo, que não está escrita em lugar algum, e apenas existe na cultura oral do candomblé.