Entre setembro de 2010 e março de 2011, Zygmunt Bauman manteve uma espécie de diário em que, em vez de falar sobre sua vida pessoal, comentava as principais notícias dos jornais. O autor desfia comentários sobre, por exemplo, Berlusconi, Sarkozy, a bolha americana, o significado atual da democracia na Primavera Árabe, o fim do sonho americano, o atual dilema de Barak Obama, a solidão da internet... Em cada um dos textos, um alto senso crítico, como se ensinasse o leitor a pensar, revelando como ele próprio constrói o seu raciocínio e como os seus conceitos se articulam com a realidade contemporânea. "Isto não é um Diário" está sendo considerado o melhor livro do autor depois do best-seller Amor líquido (2004).