Para o Wall Street Journal ele é uma "lenda viva". Para o Times de Londres, "o mais famoso detetive de arte do mundo". Fundador da Equipe de Crimes contra a Arte do FBI, Robert K. Wittman revela o submundo da arte mundial de uma forma inédita: pelos olhos de um agente infiltrado. A trajetória deste amante e estudioso das artes lembra o roteiro de um filme de ação, mas tudo aconteceu na vida real. Trabalhando quase sempre desarmado, tendo de encarar também a burocracia do FBI e empecilhos colocados por governos estrangeiros, ele capturou ladrões, fraudadores e negociantes do mercado negro em Paris e na Filadélfia, no Rio de Janeiro e em Copenhague, em Miami e Madri. Ele se infiltrou entre criminosos responsáveis pelo que poderia ser o mais audacioso roubo de artes de todos os tempos.