A trajetória de Karen Armstrong é pautada pelo rigor acadêmico e pelas marcantes experiências de vida. Freira convertida, seu caminho existencial pode ser visto como um retrato das agonias da pós-modernidade. Tocada simultaneamente pelo chamado da fé e pela lucidez da ciência, a autora aborda, em quase todos os seus livros, a crescente dicotomia entre religião e filosofia, numa tentativa de reconstituir historicamente os fragmentos dispersos dos nomes de Deus. "Em Defesa de Deus" promove um vigoroso diálogo entre religião e filosofia. Dos pré-socráticos, Platão e São Tomás de Aquino a Newton, Darwin e Freud, a obra investiga os alicerces da fé e da ciência, discutindo as repercussões, nas estruturas sociais, das crenças religiosas e do ateísmo.