Em "Corrupção: Fonte de Injustiça e Impunidade", o autor aponta as principais deficiências do Judiciário nacional, como a insuficiência quantitativa de juízes, a imensa carga de processos em tramitação, o excesso de recursos judiciais, a lentidão da prestação jurisdicional, o não cumprimento de prazos por magistrados e a transformação, por jurisprudência, no mínimo, discutível, de instâncias excepcionais, como o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça, em instâncias ordinárias, o que empurra a conclusão definitiva dos feitos para as calendas gregas, até serem alcançados pela prescrição ou pela morte dos réus. O livro é polêmico, mas está embasado em fatos e atos reais, rigorosamente documentados e divulgados pela mídia, e amparado em quase uma década de pesquisas.