Multiplicam-se em nossos dias os conflitos étnicos e religiosos, assumindo dimensões globais e colocando em risco o futuro da civilização. Neste livro, o autor denuncia o culto da consciência como "voz de Deus" e mostra como ela funciona como instrumento de discriminação a serviço de determinados grupos humanos. Ao mesmo tempo, ele apresenta o seu próprio trabalho de reconciliação, por meio de constelações sistêmicas, em que os "movimentos da alma" encaminham irresistivelmente agressores e vítimas ao reconhecimento mútuo e à aceitação de seus respectivos destinos.