Didático, mas longe de ser convencional, o novo guia tem linguagem bem-humorada. Como a que Ricardo utiliza para descrever a sua infinita falta de afeto por city tours - "Acho que os chamados pontos turísticos devem ser usados apenas como indicação de percurso. A viagem de verdade acontece no caminho entre o monumento A e o museu B". Ou a sua paixão por pequenas viagens "bate-e-volta" Dão pouco trabalho e o máximo de prazer. Sem carregar bagagem nem precisar se instalar em um hotel, você chega e já sai passeando. Mas veja bem: o bate-e-volta ideal é para lugares a uma hora e meia, no máximo duas horas de distância, de onde você está hospedado.