Este é um almanaque no qual se descobre que aquele dedo discreto e miúdo transforma-se, em mãos alheias, num intrépido aventureiro, com muitas histórias para contar. De jogador de futebol a juiz do trabalho; de adolescente rebelde a marido traído, remexendo as lembranças, todos têm algo a dizer sobre o mindinho — ou a falta dele. Entre casos reais e ficção, Prata lembra que, em relação ao futuro do mindinho, há os pessimistas, como o de um juiz do trabalho, que numa sentença, previu que o “inútil dedo”, tende a desaparecer com a evolução da espécie humana. Em contrapartida, há aqueles que, mesmo sem o tal dedo, tiram proveito da situação. É o caso do Seu Mindinho, um catedrático no assunto sexo a quatro dedos. Segundo ele, a ação de um quarteto auricular é superior à do quinteto completo!