Na obra, partindo de sua experiência clínica, a autora relata casos em que a má-fé está presente no dia a dia de seus pacientes. Há uma ambiguidade do pensamento que evita o conflito interno como se o sujeito não quisesse se responsabilizar pelo que ele vê, pensa ou faz. De acordo com a autora, a mentira, o cinismo e a hipocrisia perderam status de algo imoral, pois a educação dos pais tornou-se frouxa.