Esta pesquisa que marcou época, agora aparece em livro ricamente ilustrado, com prefácio de Fernando Mourão e comentários de Antonio Cândido. Debruçando-se sobre três sociedades negro-africanas (Iorubá do Benin e da Nigéria, Agni-Akan e Senufo da Costa do Marfim), o autor investiga a noção de pessoa. Diante da questão da morte, momento de passagem da existência terrestre do homem à sua condição de ancestral, constroem-se conceitos materiais para a definição do que é um ancestral nessas sociedades. O livro é inovador e contribui para uma reflexão criativa sobre a identidade africana.