Para G. Willow Wilson não foi fácil conduzir o processo de conversão ao Islã, pois levava uma vida confortável sendo uma jovem de classe média americana. A experiência de Willow apresenta uma concepção de fé e de como a vida religiosa foi absorvida no seu cotidiano e se misturou a um sentimento amoroso - pelo seu guia, o muçulmano Omar -, despertado no Egito. Disposta a mergulhar nesse universo, Willow tem de abrir mão dos seus direitos como cidadã norte-americana para viver dentro das convenções do Egito. Sendo metade norte-americana e metade muçulmana, metade de sua essência era colocada em jogo e seu maior medo era ser forçada a optar por uma vida e abandonar a outra.