Rubem Braga nunca deixou de escrever regularmente crônicas para jornais e revistas, vindo a construir um verdadeiro fenômeno: o de ser o único escritor a conquistar um lugar definitivo na nossa literatura exclusivamente como cronista. Abordando sempre assuntos do dia a dia, falando de si mesmo, de sua infância, mocidade, primeiros amores, impregnava tudo que escrevia de um grande amor à vida - a vida simples, não sofisticada, dos humildes e sofredores -, construindo assim as mais belas páginas de nossa literatura.