O livro trafega com grande naturalidade em meio a assuntos áridos, como a aptidão para a prova num processo de partes em posições assimétricas e a dificuldade de adaptação dos dispositivos processuais civis. Esse debate em profundidade somente é encontrado em livros de grande envergadura, porque, no mais das vezes, adota-se o lugar-comum de se dizer que todos são livres para tomar as decisões que melhor lhes aprouver dentro da relação processual e cada parte deve provar aquilo que alega