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	<title>SARAMAGO, JOSE &#8211; Livraria FGV</title>
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		<title>Caim</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 22:42:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8221; O vencedor do prêmio Nobel José Saramago reconta episódios bíblicos do Velho Testamento sob o ponto de vista de Caim, que, depois de assassinar seu irmão, trava um incomum acordo com Deus e parte numa jornada que o levará do jardim do Éden aos mais recônditos confins da criação. Se, em O Evangelho segundo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8221; O vencedor do prêmio Nobel José Saramago reconta episódios bíblicos do Velho Testamento sob o ponto de vista de Caim, que, depois de assassinar seu irmão, trava um incomum acordo com Deus e parte numa jornada que o levará do jardim do Éden aos mais recônditos confins da criação. Se, em O Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago nos deu sua visão do Novo Testamento, neste Caim ele se volta aos primeiros livros da Bíblia, do Éden ao dilúvio, imprimindo ao Antigo Testamento a música e o humor refinado que marcam sua obra. Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos, palácios de tiranos e campos de batalha, conforme o leitor acompanha uma guerra secular, e de certo modo involuntária, entre criador e criatura. No trajeto, o leitor revisitará episódios bíblicos conhecidos, mas sob uma perspectiva inteiramente diferente. Para atravessar esse caminho árido, um deus às turras com a própria administração colocará Caim, assassino do irmão Abel e primogênito de Adão e Eva, num altivo jegue, e caberá à dupla encontrar o rumo entre as armadilhas do tempo que insistem em atraí-los. A Caim, que leva a marca do senhor na testa e portanto está protegido das iniquidades do homem, resta aceitar o destino amargo e compactuar com o criador, a quem não reserva o melhor dos julgamentos. Tal como o diabo de O Evangelho segundo Jesus Cristo, o deus que o leitor encontra aqui não é o habitual dos sermões: ao reinventar o Antigo Testamento, Saramago recria também seus principais protagonistas, dando a eles uma roupagem ao mesmo tempo complexa e irônica, cujo tom de farsa da narrativa só faz por acentuar.  A volta aos temas religiosos serve, também, para destacar o que há de moderno e surpreendente na prosa de Saramago: aqui, a capacidade de tornar nova uma história que conhecemos de cabo a rabo, revelando com mordacidade o que se esconde nas frestas dessas antigas lendas. Munido de ferina veia humorística, Saramago narra uma estranha guerra entre o homem e o senhor. Mais que isso, investiga a fundo as possibilidades narrativas da Bíblia, demonstrando novamente que, ao recontar o mito e confrontar a tradição, o bom autor volta à superfície com uma história tão atual e relevante quanto se pode ser. A caligrafia da capa é de autoria do escritor Milton Hatoum. &#8220;</p>
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		<title>a Caverna &#8211; 02/ed20</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 22:42:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Inspirado num dos mais conhecidos mitos platônicos, A caverna é uma história de gente simples: um oleiro, um guarda, duas mulheres e um cão muito humano. Juntos, eles encontram a lucidez em um mundo onde os prisioneiros da modernidade, iludidos, confundem as sombras com o real. A caverna é uma história de gente simples: um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Inspirado num dos mais conhecidos mitos platônicos, A caverna é uma história de gente simples: um oleiro, um guarda, duas mulheres e um cão muito humano. Juntos, eles encontram a lucidez em um mundo onde os prisioneiros da modernidade, iludidos, confundem as sombras com o real.    A caverna é uma história de gente simples: um oleiro, um guarda, duas mulheres e um cão muito humano. Esses personagens circulam pelo Centro, um gigantesco monumento do consumo onde os moradores usam crachá, são vigiados por câmeras de vídeo e não podem abrir as janelas de casa.  É no Centro que trabalha o guarda Marçal. Era para o Centro que seu sogro, o oleiro Cipriano, vendia a louça de barro que fabricava artesanalmente na aldeota em que vive &#8211; agora, os clientes do Centro preferem pratos e jarros de plástico. Sem outro ofício na vida, Cipriano perde a razão de viver. E a convite do genro, muda-se para o Centro, essa verdadeira gruta onde milhares de pessoas se divertem, comem e trabalham sem verem a luz do sol e da lua. Enquanto isso, embaixo dos diversos subsolos, os funcionários do Centro descobrem uma estranha caverna. Driblando a vigilância, Cipriano consegue entrar lá dentro. O que descobre é aterrador.  Nesta versão moderna do mito da caverna de Platão, José Saramago faz uma apresentação sutil da face cruel do mundo capitalista e tecnológico.       A caligrafia da capa é de autoria do professor e filósofo Eduardo Lourenço.</p>
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		<title>O Evangelho Segundo Jesus Cristo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 22:42:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Romance magistral e polêmico do Prêmio Nobel de Literatura de 1998. &#8220;O filho de José e de Maria nasceu como todos os filhos dos homens, sujo de sangue de sua mãe, viscoso das suas mucosidades e sofrendo em silêncio. Chorou porque o fizeram chorar, e chorará por esse mesmo e único motivo.&#8221; Todos conhecem a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Romance magistral e polêmico do Prêmio Nobel de Literatura de 1998.  &#8220;O filho de José e de Maria nasceu como todos os filhos dos homens, sujo de sangue de sua mãe, viscoso das suas mucosidades e sofrendo em silêncio. Chorou porque o fizeram chorar, e chorará por esse mesmo e único motivo.&#8221;   Todos conhecem a história do filho de José e Maria, mas nesta narrativa ela ganha tanta beleza e tanta pungência que é como se estivesse sendo contada pela primeira vez. Nas palavras de José Paulo Paes: &#8220;Interessado menos na onipotência do divino que na frágil mas tenaz resistência do humano, a arte magistral de Saramago excele no dar corpo às preliminares e à culminância do drama da Paixão&#8221;.      A caligrafia da capa é de autoria do fotógrafo Sebastião Salgado.</p>
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		<title>História do Cerco de Lisboa &#8211;  02/ed20</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 22:42:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história da tomada de Lisboa aos mouros no ano de 1147 e a crônica de um inesperado encontro amoroso na Lisboa do fim dos anos 1980: duas narrativas, tecidas e entretecidas de maneira brilhante, que exploram as possibilidades do romance como meio de recriar o passado e o presente. Um ato gratuito, sem explicações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história da tomada de Lisboa aos mouros no ano de 1147 e a crônica de um inesperado encontro amoroso na Lisboa do fim dos anos 1980: duas narrativas, tecidas e entretecidas de maneira brilhante, que exploram as possibilidades do romance como meio de recriar o passado e o presente.    Um ato gratuito, sem explicações aparentes, compele o revisor Raimundo Silva a inserir um termo que falsifica a &#8220;verdade&#8221; histórica. Essa fraude que se impõe àquele fiel respeitador de textos alheios é a origem da fascinante fabulação que Saramago sobrepõe à história do cerco de Lisboa.  A nova história do cerco é a crônica do amor tardio do revisor falsário por Mara Sara, que se espelha, oito séculos depois, no amor primevo do soldado Mogeuime por Ouroana, aos pés da cidade prestes a cair. Assim, a Lisboa de Saramago também se refaz nas ruas da cidadela moura e no arraial português, e o que surge desse amálgama é a um só tempo um thriller e um retrato histórico, como só a mais acabada literatura é capaz de fazer.        A caligrafia da capa é de autoria do arquiteto Álvaro Siza Vieira.</p>
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		<title>As Intermitências da Morte</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 22:41:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de séculos sendo odiada pela humanidade, a morte resolve pendurar o chapéu e abandonar o ofício. O acontecimento incomum, que a princípio parece uma benção, logo expõe as intrincadas relações entre Igreja, Estado e a vida cotidiana. &#8220;Não há nada no mundo mais nu que um esqueleto&#8221;, escreve José Saramago diante da representação tradicional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de séculos sendo odiada pela humanidade, a morte resolve pendurar o chapéu e abandonar o ofício. O acontecimento incomum, que a princípio parece uma benção, logo expõe as intrincadas relações entre Igreja, Estado e a vida cotidiana.    &#8220;Não há nada no mundo mais nu que um esqueleto&#8221;, escreve José Saramago diante da representação tradicional da morte. Só mesmo um grande romancista para desnudar ainda mais a terrível figura.  Apesar da fatalidade, a morte também tem seus caprichos. E foi nela que o primeiro escritor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel da Literatura buscou o material para seu novo romance, As intermitências da morte. Cansada de ser detestada pela humanidade, a ossuda resolve suspender suas atividades. De repente, num certo país fabuloso, as pessoas simplesmente param de morrer. E o que no início provoca um verdadeiro clamor patriótico logo se revela um grave problema.  Idosos e doentes agonizam em seus leitos sem poder &#8220;passar desta para melhor&#8221;. Os empresários do serviço funerário se vêem &#8220;brutalmente desprovidos da sua matéria-prima&#8221;. Hospitais e asilos geriátricos enfrentam uma superlotação crônica, que não para de aumentar. O negócio das companhias de seguros entra em crise. O primeiro-ministro não sabe o que fazer, enquanto o cardeal se desconsola, porque &#8220;sem morte não há ressurreição, e sem ressurreição não há igreja&#8221;.  Um por um, ficam expostos os vínculos que ligam o Estado, as religiões e o cotidiano à mortalidade comum de todos os cidadãos. Mas, na sua intermitência, a morte pode a qualquer momento retomar os afazeres de sempre. Então, o que vai ser da nação já habituada ao caos da vida eterna?  Ao fim e ao cabo, a própria morte é o personagem principal desta &#8220;ainda que certa, inverídica história sobre as intermitências da morte&#8221;. É o que basta para Saramago, misturando o bom humor e a amargura, tratar da vida e da condição humana.       A caligrafia da capa é de autoria do escritor Valter Hugo Mãe.</p>
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